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Para quê?
- Para poder vir a ser um deles
Os nossos antigos alunos são hoje profissionais que exercem a sua
actividade profissional por todo o país e no estrangeiro. Destacam-se os que
trabalham em boas universidades nacionais, europeias ou americanas, os que
entraram em organizações académicas e de investigação científica internacionais,
mas também os que pontuam no ensino secundário e básico, nos hospitais, na grande
indústria de bens e serviços e em empresas de alta tecnologia. Não são conhecidos casos de desemprego
prolongado.
- Para obter o diploma numa universidade de prestígio,
- cuja excelência é reconhecida internacionalmente. O diploma pela Universidade de Coimbra é também uma marca,
uma distinta forma de afirmação no mundo académico e empresarial, no país e no estrangeiro.
- Para dominar novos conceitos, novos produtos, novos horizontes
- Não há tecnologia nova nem desenvolvimento tecnológico sem
compreensão do Mundo. A tecnologia é, ela própria, a aplicação de
conhecimentos científicos; sem dominar estes não se pode pretender aplicá-los
no desenvolvimento de novos conceitos, produtos ou serviços inovadores.
A Física por se dedicar primeiramente ao estudo das leis e dos fenómenos
mais elementares de todos, contribui decisivamente para a compreensão da
Natureza e, assim, para o desenvolvimento das tecnologias de
ponta.
Foi com a Física e com os físicos que se descobriram ou inventaram em algum momento:
o transistor;
a fotocopiadora;
o fax;
o satélite de comunicações;
o computador;
o supercomputador;
o laser;
a holografia;
a tomografia nuclear; o PET;
a internet. É também com os Físicos e Eng. Físicos que actualmente
se dá realidade a conceitos novos como:
as redes de computação distribuida (grid);
a computação quântica, a criptografia quântica; e a moderna imagiologia médica.
- Para corresponder às necessidades do país
- Para que o país seja social e tecnologicamente evoluído necessita de
profissionais competentes, com uma cultura científica e técnica abrangentes,
treinados para se adaptarem a situações novas, capazes de absorver novos
conceitos e conceber produtos e serviços inovadores.
Na base de tudo isto está sempre uma sólida cultura da
objectividade, da procura das causas mais intrincadas, da observação
metódica e atenta dos fenómenos, complementado com a dose certa de
iniciativa e criatividade.
O DF procura incutir essa cultura nos seus estudantes. O sucesso
profissional dos seus Licenciados, Mestres e Doutores é motivo de regozijo.
Por isso acreditamos estar a prestar um bom serviço ao país.
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